O espiritismo- o Consolador Prometido- emerge nos caminhos escuros do mundo atual, por verdadeira aurora de bênçãos, onde as vozes dos espíritos orquestram a sinfonia da imortalidade, despertando nossos corações para as responsabilidades de Filhos de Deus,
co-criadores da vida e do destino, que somente haveremos de encontrar a paz, através do bem, sentido e vivido, num labor incansável de transformação das realidades existentes pelo amor, amor que socorre e redime, dando-nos capacidade de servir e renovar-nos, entesourando, assim, valores de eternidade para a nossa definitiva libertação.
Ontem, éramos escravos...
Nossa escravidão se revelava nos constrangedores vínculos com as trevas.
Erros e quedas, vícios e leviandades conformavam os traços caricaturais de nossa conduta.
Não víamos Deus no Universo e desta maneira vivíamos como se o nosso ser fosse o centro de toda imensidão.
Egocêntricos, somente escutávamos a nossa vontade egoísta.
Enlouquecidos, nos percebíamos na grandiosidade efêmera e ilusória dos nossos delírios do orgulho.
Éramos servos...
Materialistas. Descrentes. Éramos servos do abismo que criávamos com a nossa atitude de criança imprevidente, brincando com o próprio destino e com os corações do próximo.
Vidas. Inúmeras... Várias existências consumimos nestes folguedos pueris...
... Mas a misericórdia do Pai, todavia, nos trouxe a aurora. e a noite se esfacelou sob os efeitos dos raios da Verdade que liberta.
Espiritismo – Celeste Doutrina , nosso amanhecer de espíritos imortais que conhecendo-a, despertam e caminham...
Nosso caminho é a ida das sombras à luz, do egoísmo à caridade, da descrença à fé raciocinada, da ociosidade ao trabalho, e da paralisia afetiva ao Amor Fraternal...
Nossa Celestial Doutrina, O Espiritismo, nos situou o coração na Seara de Amor do Cristo Jesus.
Sabemos...
Conhecemos agora a Lei...
Podemos nos aquietar ou nos mover.
A decisão é operação de fórum íntimo, já que a nossa doutrina, o espiritismo, fé raciocinada, é a religião da livre consciência.
Nela, o chamado... Somos convocados ao amor.
O dia amanhece...
Decidir clarear as entranhas da nossa alma, porém, depende de escolha pessoal.
Se apenas usufruímos das claridades por fora, sem vivificá-las em nós com a materialização do amor que é o nosso sol interior, estaremos novamente caminhando para as trevas noturnas de desequilíbrio e de pungentes sofrimentos.
Podemos, sim... Para sempre, libertarmo-nos da nossa condição servil, seguindo a luz, com ela em nossos pensamentos e ações, tecendo no serviço do amor uma eterna aurora onde livres, voaremos aos Céus e glorificaremos as bênçãos da bondade divina; e aí, então, já não seremos uma personalidade tergiversando as próprias pulsações voluntariosas, porquanto vicejaremos na sementeira da fé, renovados e felizes por florescermos nas bem aventuranças da primavera de estrelas, metamorfoseados pela reforma íntima em luzeiros da eternidade.
Amigos, a decisão é nossa...
O convite é de Jesus.
Que sigamo-LO fiéis e dedicados... Para, então, secarmos nossas lágrimas que serão, finalmente, enxugadas no calor da constelação de sorrisos do tesouro da felicidade, que se encontra, pleno de ternura e meiguice, nos esperando no próprio coração de Jesus.
Jerônimo Mendonça
( Mensagem psicografada pelo médium Jorge Bichuetti, em reunião do Culto do Evangelho no Lar, no dia 21/01/2009)
Espaço Allan Kardec Livraria
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- Uberaba, Minas Gerais, Brazil
- Divulgar o Espiritismo, de forma simples e sem gerar burocracia.
Bienvenue / Welcome / Bienvenido / Bem Vindo
Sentez-vous à la maison ... Allan Kardec Le Space ouvre ses portes pour vous, en savoir un peu plus de l'esprit.
"Il est vrai que la conviction est acquise par l'étude, par la réflexion et une observation continue." (Allan Kardec)
Feel at home ... The Allan Kardec Space opens its doors for you, know a little more of the spirit.
"True belief is only acquired by study, by reflection and a continuous observation." (Allan Kardec)
Sentir como en casa ... El Allan Kardec espacio abre sus puertas para usted, saber un poco más del espíritu.
"La verdadera creencia sólo es adquirido por el estudio, la reflexión y por una continua observación." (Allan Kardec)
Sinta-se em casa...O Espaço Allan Kardec abre suas portas pra você, conhecer um pouco mais do espiritismo.
"A Verdadeira convicção só se adquire pelo estudo, pela reflexão e por uma observação contínua." (Allan Kardec)
"Il est vrai que la conviction est acquise par l'étude, par la réflexion et une observation continue." (Allan Kardec)
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"True belief is only acquired by study, by reflection and a continuous observation." (Allan Kardec)
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"La verdadera creencia sólo es adquirido por el estudio, la reflexión y por una continua observación." (Allan Kardec)
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"A Verdadeira convicção só se adquire pelo estudo, pela reflexão e por uma observação contínua." (Allan Kardec)
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
A Gênese
A Gênese, ou também Os Milagres e as Predições Segundo o Espiritismo, foi publicada em 6 de janeiro de 1868. Nessa obra, Allan Kardec aborda diversas questões de ordem filosófica e científica, como a criação do Universo, a formação dos mundos, o surgimento do espírito, segundo o paradigma espírita de compreensão da realidade.
Nesse livro, Kardec procura estudar os milagres como fenômenos naturais cujos mecanismos de funcionamento são atualmente desconhecidos pela Ciência. Descreve os feitos extraordinários de Jesus Cristo, explicando o que teria realmente acontecido. Também mostra o processo espiritual e físico da criação da Terra, dos astros e planetas que compõem o Universo, segundo a visão científica de seu tempo. Epígrafe:"A Doutrina Espírita é a resultante do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência está chamada a constituir a Gênese segundo as leis da Natureza. Deus prova Sua Grandeza e Seu Poder pela imutabilidade de Suas Leis, e não pela sua suspensão. Para Deus, o passado e o futuro são o presente".
Excerto
«Um último caráter da revelação espírita, a ressaltar das condições mesmas em que ela se produz, é que, apoiando-se em fatos, tem que ser, e não pode deixar de ser, essencialmente progressiva, como todas as ciências de observação. Pela sua substância, alia-se à Ciência, que, sendo a exposição das leis da Natureza, com relação a certa ordem de fatos, não pode ser contrária às Leis de Deus, Autor daquelas Leis. As descobertas que a Ciência realiza, longe de o rebaixarem, glorificam a Deus; unicamente destroem o que os homens edificaram sobre as falsas idéias que formaram de Deus.»
Nesse livro, Kardec procura estudar os milagres como fenômenos naturais cujos mecanismos de funcionamento são atualmente desconhecidos pela Ciência. Descreve os feitos extraordinários de Jesus Cristo, explicando o que teria realmente acontecido. Também mostra o processo espiritual e físico da criação da Terra, dos astros e planetas que compõem o Universo, segundo a visão científica de seu tempo. Epígrafe:"A Doutrina Espírita é a resultante do ensino coletivo e concordante dos Espíritos. A Ciência está chamada a constituir a Gênese segundo as leis da Natureza. Deus prova Sua Grandeza e Seu Poder pela imutabilidade de Suas Leis, e não pela sua suspensão. Para Deus, o passado e o futuro são o presente".
Excerto
«Um último caráter da revelação espírita, a ressaltar das condições mesmas em que ela se produz, é que, apoiando-se em fatos, tem que ser, e não pode deixar de ser, essencialmente progressiva, como todas as ciências de observação. Pela sua substância, alia-se à Ciência, que, sendo a exposição das leis da Natureza, com relação a certa ordem de fatos, não pode ser contrária às Leis de Deus, Autor daquelas Leis. As descobertas que a Ciência realiza, longe de o rebaixarem, glorificam a Deus; unicamente destroem o que os homens edificaram sobre as falsas idéias que formaram de Deus.»
O Céu e o Inferno
O Céu e o Inferno, ou A Justiça Divina Segundo o Espiritismo, é a quarta das cinco Obras Básicas do espiritismo, lançada em 1865, na França, por Allan Kardec. Compõe-se de duas partes: na primeira, Kardec realiza um exame crítico da doutrina católica sobre a transcendência, procurando apontar contradições filosóficas e incoerências com o conhecimento científico, superáveis, segundo ele, mediante o paradigma espírita da fé raciocinada. Na segunda, constam dezenas de diálogos que teriam sido estabelecidos entre Kardec e diversos espíritos, nos quais estes narram as impressões que trazem do além-túmulo.
O Evangelho Segundo o Espiritismo
O Evangelho Segundo o Espiritismo é uma obra de Allan Kardec, lançada em abril de 1864, que avalia os evangelhos canônicos sob a óptica da Doutrina Espírita, tratando com atenção especial a aplicação dos princípios da moral cristã e de questões de ordem religiosa como a da prece e da caridade.
Entre as cinco fundamentais do espiritismo compiladas por Allan Kardec, é a que dá maior enfoque a questões éticas e comportamentais do ser humano.
Sumário
Na introdução da obra, Allan Kardec divide didaticamente os relatos contidos nos Evangelhos canônicos em cinco partes: os atos ordinários da vida de Jesus; os milagres; as predições; as palavras que serviram de base aos dogmas; e os ensinamentos morais. Segundo Kardec, se as quatro primeiras foram, ao longo da história, objeto de grandes controvérsias, a última tem sido ponto pacífico para a maior parte dos estudiosos.
Assim, é especificamente sobre essa parte que Kardec lança o olhar espírita. Longe de pretender criar uma "Bíblia espírita" ou mesmo de objetivar uma reinterpretação espírita desse livro sagrado, Kardec se empenha em extrair dos Evangelhos princípios de ordem ético-moral universais, e em demonstrar sua consonância com aqueles defendidos pelo espiritismo. Utiliza-se, na maior parte da obra, da célebre tradução francesa de Sacy. Eventualmente, para solucionar divergências, ele recorre ao grego e ao hebraico.
Traz, ainda, um estudo sobre o papel de precursores do cristianismo e do espiritismo que teria sido desempenhado por Sócrates e Platão, analisando diversas passagens legadas por estes filófosos que demonstrariam claramente essa condição.
Entre as cinco fundamentais do espiritismo compiladas por Allan Kardec, é a que dá maior enfoque a questões éticas e comportamentais do ser humano.
Sumário
Na introdução da obra, Allan Kardec divide didaticamente os relatos contidos nos Evangelhos canônicos em cinco partes: os atos ordinários da vida de Jesus; os milagres; as predições; as palavras que serviram de base aos dogmas; e os ensinamentos morais. Segundo Kardec, se as quatro primeiras foram, ao longo da história, objeto de grandes controvérsias, a última tem sido ponto pacífico para a maior parte dos estudiosos.
Assim, é especificamente sobre essa parte que Kardec lança o olhar espírita. Longe de pretender criar uma "Bíblia espírita" ou mesmo de objetivar uma reinterpretação espírita desse livro sagrado, Kardec se empenha em extrair dos Evangelhos princípios de ordem ético-moral universais, e em demonstrar sua consonância com aqueles defendidos pelo espiritismo. Utiliza-se, na maior parte da obra, da célebre tradução francesa de Sacy. Eventualmente, para solucionar divergências, ele recorre ao grego e ao hebraico.
Traz, ainda, um estudo sobre o papel de precursores do cristianismo e do espiritismo que teria sido desempenhado por Sócrates e Platão, analisando diversas passagens legadas por estes filófosos que demonstrariam claramente essa condição.
O Livro dos Médiuns
O Livro dos Médiuns, ou Guia dos Médiuns e dos Evocadores, é a segunda das cinco obras básicas do espiritismo, publicada em 1861, na França, por Allan Kardec. Versa sobre o caráter experimental e investigativo da Doutrina Espírita, visto como ferramenta teórico-metodológica para se compreender uma "nova ordem de fenômenos", até então jamais considerada pelo conhecimento científico: os fenômenos ditos espíritas ou mediúnicos, que teriam como causa a intervenção de espíritos na realidade física.
Metodologia
As primeiras investigações de Kardec tinham por foco um fenômeno bastante comum em meados do século XIX, na Europa e nos Estados Unidos: o das chamadas mesas girantes ou dança das mesas, em que certa quantidade de pessoas se reuniam em torno de mesas para se entreter com deslocamentos insólitos e aparentemente involuntários realizados por esses móveis. Apesar do nome, era comum, segundo diversos relatos da época, a ocorrência de fenômenos semelhantes com objetos variados.
Após dois anos de investigação, Kardec se viu particularmente convencido da hipótese mediúnica como a forma mais consistente de explicar certas ocorrências de movimentação espontânea de objetos. Isso porque, para além dos simples deslocamentos aleatórios, perfeitamente atribuíveis a causas naturais, Kardec catalogou o que denominava manifestações inteligentes, ou seja, movimentos que recorriam a sistemas simbólicos para estabelecer um canal de comunicação com um entrevistador. Alguém fazia uma pergunta e estabelecia critérios como "uma batida para sim, duas para não", e, em certos casos, um interrogatório feito à exaustão obtinha sucessivas respostas corretas. Com o tempo esse método de comunicação foi sendo depurado, passando pelo uso de um lápis amarrado a um cesto em cuja borda um ou mais médiuns colocavam seus dedos, até chegar à moderna técnica da psicografia.
Assim, Kardec se empenhou em fazer um estudo analítico das diversas modalidades de comunicação estabelecidas entre homens e espíritos, que resultou em O Livro dos Médiuns.
Metodologia
As primeiras investigações de Kardec tinham por foco um fenômeno bastante comum em meados do século XIX, na Europa e nos Estados Unidos: o das chamadas mesas girantes ou dança das mesas, em que certa quantidade de pessoas se reuniam em torno de mesas para se entreter com deslocamentos insólitos e aparentemente involuntários realizados por esses móveis. Apesar do nome, era comum, segundo diversos relatos da época, a ocorrência de fenômenos semelhantes com objetos variados.
Após dois anos de investigação, Kardec se viu particularmente convencido da hipótese mediúnica como a forma mais consistente de explicar certas ocorrências de movimentação espontânea de objetos. Isso porque, para além dos simples deslocamentos aleatórios, perfeitamente atribuíveis a causas naturais, Kardec catalogou o que denominava manifestações inteligentes, ou seja, movimentos que recorriam a sistemas simbólicos para estabelecer um canal de comunicação com um entrevistador. Alguém fazia uma pergunta e estabelecia critérios como "uma batida para sim, duas para não", e, em certos casos, um interrogatório feito à exaustão obtinha sucessivas respostas corretas. Com o tempo esse método de comunicação foi sendo depurado, passando pelo uso de um lápis amarrado a um cesto em cuja borda um ou mais médiuns colocavam seus dedos, até chegar à moderna técnica da psicografia.
Assim, Kardec se empenhou em fazer um estudo analítico das diversas modalidades de comunicação estabelecidas entre homens e espíritos, que resultou em O Livro dos Médiuns.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
O Livro dos Espíritos
O Livro dos Espíritos (Le Livre des Esprits) é o primeiro livro sobre a doutrina espírita publicado pelo educador francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, em 18 de abril de 1857, sob o pseudônimo Allan Kardec. É uma obra básica do espiritismo, e foi lançado por Kardec após seus estudos sobre os fenômenos que, segundo muitos pesquisadores da época, possuíam origem mediúnica, e estavam difundidos por toda a Europa durante o século XIX.
Apresenta-se na forma de perguntas e respostas, totalizando 1.019 tópicos. Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.
As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente Caroline e Julie Boudin (respectivamente, 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (18 anos à época) no processo de revisão do livro. Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido a comparação com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, totalizando em "mais de dez", nas palavras de Kardec, o número de médiuns cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação de O Livro dos Espíritos, publicado em 18 de Abril de 1857, no Palais Royal, na capital francesa, contendo 550 itens. Só a partir da segunda edição, lançada em 16 de março de 1860, com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas, aparecem as atuais 1019 perguntas e respostas.
Apresenta-se na forma de perguntas e respostas, totalizando 1.019 tópicos. Foi o primeiro de uma série de cinco livros editados pelo pedagogo sobre o mesmo tema.
As médiuns que serviram a esse trabalho foram inicialmente Caroline e Julie Boudin (respectivamente, 16 e 14 anos à época), às quais mais tarde se juntou Celine Japhet (18 anos à época) no processo de revisão do livro. Após o primeiro esboço, o método das perguntas e respostas foi submetido a comparação com as comunicações obtidas por outros médiuns franceses, totalizando em "mais de dez", nas palavras de Kardec, o número de médiuns cujos textos psicografados contribuíram para a estruturação de O Livro dos Espíritos, publicado em 18 de Abril de 1857, no Palais Royal, na capital francesa, contendo 550 itens. Só a partir da segunda edição, lançada em 16 de março de 1860, com ampla revisão de Kardec mediante o contato com grupos espíritas de cerca de 15 países da Europa e das Américas, aparecem as atuais 1019 perguntas e respostas.
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